quarta-feira, 28 de abril de 2021

LI E GOSTEI

 Por Mitchelly Victoria

Seguindo a idéia da professora, vim falar de um livro que me marcou. O título é "A Morte é um Dia Que Vale a Pena Viver", não, não é trol, a autora do livro é Ana Cláudia Quintana Arantes, médica formada pela USP. Ler o livro, não foi uma iniciativa minha, ao menos não diretamente. Na minha antiga escola tínhamos um evento anual chamado "noite literária", os alunos que faziam parte da mesma série se juntavam e escolhiam um livro pra criar uma apresentação. A professora deu algumas opções e o título me chamou atenção, então votei nele e por sorte ele foi escolhido.

O livro em si fala sobre as experiências da Ana como médica e a cada história que ela conta, você acaba refletindo cada vez mais sobre como você leva a sua vida. Uma coisa legal, é que a autora realmente consegue te conquistar logo de cara, ela diz que em eventos sociais, quando as pessoas se aproximam e tentam puxar assunto com a pergunta "com o que você trabalha?" Ela é bem direta e responde "eu trabalho com a morte." E como é de se esperar, as pessoas fogem do assunto e vão tomando distância, mas quanto mais você lê, mais você percebe que por mais "surreal", estranho ou doloroso seja, falar sobre a morte é algo que deveria ser tratado como aquilo que é: algo natural.

Fora isso, a própria autora cita filosofias sobre o assunto, tanto os que ela adquiriu com sua experiência, quanto os que ela leu sobre e esses detalhes, fazem o livro te marcar. Se estiver curioso e disposto a ter uma nova perspectiva, sobre a morte e a vida, leia este livro, super recomendo.





domingo, 25 de abril de 2021

LI E GOSTEI

     Hoje vou propor a vocês que escrevam um pouco sobre um livro que leram e gostaram. Eu recentemente li "Nojo", de Divanize Carbonieri, uma das grandes escritoras atuais da literatura de Mato Grosso. O que me levou a ler esse livro foi inicialmente o título, que é bastante provocativo. Vocês não acham? Os comentários no Instagram a respeito de "Nojo" também me convenceram a debruçar-me sobre as 89 páginas, que misturam falas, opiniões e julgamentos sobre os corpos alheios. 

    Impressionante como nos deixamos levar pela construção social do que é belo e feio. Trata-se de uma construção equivocada, que enaltece corpos idealizados e desvaloriza corpos reais. O resulto disso é uma infelicidade e insatisfação constante com os corpos que vemos refletidos no espelho e no nosso cotidiano. 



Luis de Camões: " Amor é fogo que arde sem se ver"

  Hoje, convido vocês a ouvirem e a apreciarem o poema de Luis de Camões, um dos maiores escritores da literatura portuguesa: "Amor é f...